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A ansiedade está entre as queixas mais frequentes em consultório, seguida da depressão. Parece ser o mal de nosso século.

Ninguém é ansioso por natureza, é simplesmente um estado emocional temporário.

O ESTAR ansioso, geralmente coincide com situações que estão para acontecer de fato: vestibular, casamento, viagem, entrevista de trabalho, nascimento de um filho....entre outros.

No enta

nto, a constância da ansiedade que lhe tira a paz interior, insonia, inquietude,, nervosismo, onde claramente a qualidade de vida é prejudicada por longo período de tempo... este SER ansioso é indicativo para um tratamento, pois você quer modificar e não consegue.

Identificar sua ansiedade e buscar ajuda é sem sombra de dúvida melhorar a qualidade de seu viver.

O medo de usar o banheiro na infância costuma ter diferentes origens, como: 

- dor (nesse caso, é importantíssima uma visita ao médico e nutricionista); 

- sensação de "perda de parte do corpo", 

- aversão ao sanitário/penico e, até mesmo, 

- medo das fezes.

 Nesses contextos, a criança tende a ficar mais tensa; o que dificulta, ainda mais, a situação.

Abaixo, eis algumas dicas:Sugerir que a criança dê "tchau para o cocô" é uma dica bastante utilizada por mamães e papais; podendo ajudar o pequeno a aceitar melhor o processo.

Explicar brevemente sobre o ciclo do alimento reduz dúvidas e inseguranças. Como você se sentiria se visse algo saindo de você e não tivesse a menor ideia do que está acontecendo?

 Solicitar ao pequeno a escolha de um penico/redutor de assento divertido contribui, primeiramente, para que ele se sinta engajado na solução do problema e, em segundo lugar, mais confortável no ambiente. 

Pequenas descontrações no banheiro (música, leitura brinquedos, joguinhos) são bem...

A função mais difícil de desempenhar no mundo é a maternidade, se fomos educados com muitas restrições, tentamos cuidar que nossos filhos tenham poucas e se crescemos com muita liberdade, queremos que nossos filhos, tenham mais limites.

A liberdade em excesso, assim como limites, são desastrosos.

Como é difícil encontrar o meio termo, o caminho do meio, o que funcionará com o meu filho e comigo, talvez não funcione com o seu filho e para você.

É andar numa corda bamba diariamente, há situações que podemos parar e pensar como agir, outras precisam de intervenções rapidamente. 

A mãe que no final do dia, pensa: ” Hoje eu errei com meu(s) filho(s), podia ter feito diferente”, está mais sensata do que aquela mãe que não se questiona e acha que fez tudo certo.

Sou a favor das mães que erram e desejo que todas as mães possam perceber  que erraram e a partir disso  se modificar e corrigir a falha,  afinal se está fácil educar um filho, há algo de muito errado.

Psicóloga Lydia Janaudis 

Os medos estão ligados a etapas específicas do desenvolvimento dos pequenos, e o modo e a intensidade variam de criança para criança – têm relação com a personalidade dela, a dos pais, entre outros fatores.

Até 7 meses

Medo: de barulhos inesperados e luzes fortes.

Para ajudar: evite expor a criança a qualquer estímulo intenso. Se não for possível, faça de maneira suave e verifique como ela reage.

De 7 meses  a 1 ano e meio

Medo: de pessoas, ambientes e objetos novos; de perder os pais, pois acham que pessoas desaparecem quando não estão ao alcance de seus olhos.

Para ajudar: o pai, a mãe ou o cuidador devem estar presentes quando o bebê for exposto a situações novas.

De 1 ano e meio a 3 anos

Medo: do escuro, de pessoas com máscaras ou fantasias, de ficar sozinho.

Para ajudar: ao encontrar alguém fantasiado, aproxime-se devagar e mostre que é apenas uma roupa diferente. Se ele não gostar, não force.

De 3 a 5 anos

Medo: de monstros, fantasmas, da escuridão, de animais, chuva, trovão, de se perder.

P...

"Uma geração que se expressa melhor escrevendo do que falando. E que tem uma objetividade impressionante, sendo capaz de ir direto ao ponto em poucas palavras. Mas que, diante de um texto mais longo, se perde – e, portanto, pode ter seu desempenho em exames e vestibulares prejudicado, não por falta de conhecimento, mas de domínio de algumas habilidades socioemocionais."

Este é um agravante sério para as gerações que estão ainda em formação.

A diversidade de atividades se faz necessária.

Não digo da obrigação de se impor a criança uma atividade, mas buscar e estimular o interesse por brincadeiras em grupo; a leitura de um livro que lhe chame atenção, um esporte que lhe agrade....isto é tarefa dos pais . A acomodação destes pode ter consequências no jovem adulto, como menciona a pesquisa acima.

Psicóloga Lydia Janaudis

3 - É proibido errar....

Parece impossível os pais pensarem que podem recriminar o erro dos filhos. Mas isto acontece de uma forma muito sutil...um olhar, uma ausência de comentário, e muitas outras atitudes que demonstram para criança que aquele erro não foi aceito. A criança é muito sensível e percebe a atitude dos pais de imediato.

Os pais que superprotegem uma criança não toleram o erro em seus filhos. Cada esforço que realizam é para criar filhos competentes, imunes ao erro ou ao fracasso, e algo assim é impossível.

Toda criança deve viver o fracasso em algo, errar para, depois, poder aprender com seus próprios enganos livremente. Encorajada pelos pais devem tentar novamente de uma forma livre, sem críticas.

As crianças superprotegidas chegam a ser seus próprios juízes. Indicaram-lhes um nível tão alto a atingir que, quando percebem que não serão capazes de alcançá-lo, desistem e se culpam. 

Psicóloga Lydia Janaudis

Consequências da Superproteção

2. Ansiedade e estresse

Dando continuidade aos efeitos produzidos numa criança que é superprotegida, temos a ansiedade e o estresse.

Antes quero dizer que a Proteção que dedicamos aos filhos com Amor e principalmente Respeito às suas caracteristicas e interesses...é muito benéfica e propicia um bom desenvolvimento da personalidade da criança e futuramente um adulto mais independente.

Alerto, para os malefícios da Superproteção....

Um aspecto que devemos levar em conta é que a superproteção anda de mãos dadas com o excesso de “atividades educativas”.

É comum que esses pais façam os filhos realizarem várias atividades extracurriculares, sendo que algumas sequer interessam às próprias crianças.

Pouco a pouco, teremos criaturas estressadas e com um nível de ansiedade semelhante ao de um adulto. Pois elas, não tem tempo do brincar livre, com suas próprias escolhas

Psicóloga Lydia Janaudis

CONSEQUÊNCIAS DA SUPERPROTEÇÃO:

1. Decepção

Os pais interiorizam o que, para eles, é o ideal do filho perfeito e, além disso, nessa esfera de perfeição incluem a si mesmos como figuras de referêcia,um modelo a ser seguido.

No entanto, à medida que o tempo passa os pais veem que, às vezes, seus filhos não se adequam a esses ideais, e aparece então a decepção.

Quando a criança percebe a decepção no olhar dos seus pais, começa a se desenvolver o sentimento de fracasso e de inferioridade.

Tentando agradar os pais, a criança entra em ansiedade o que vai afetar sua sociabilidade, aprendizado escolar e outros distúrbios de comportamento.

Psicóloga Lydia Janaudis 

Ninguém precisa de tanto entulho no coração.

Perdas não passadas tornam-se pedras. Pedregulhos! Enormes! Tanto que interrompem a chegada de um novo ciclo. Blindam o olhar ao sol.

A gente não enxerga nada além de uma montanha de lixo emocional abarrotada de histórias passadas. E mesmo assim, continuamos agarrados aos velhos sonhos falidos, tratando nossos entulhos como relíquias preciosas.
Colocar o pé na estrada é uma forma de estar mais próximo do bem que vem à frente. Coração não é terreno baldio, não o entulhe de ressentimentos.

Do passado, carregue somente o necessário. Isso ajuda a entender que a história vivida tem o seu verdadeiro lugar no tempo...lá no passado...não no presente.

Não se envenene com Mágoas, Ressentimentos, Raiva....

"Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra..."

Com o estilo de vida que levamos, cada vez nos encontramos mais ocupados e sem tempo para nos dedicar a nós mesmos e às pessoas que mais amamos. Nesse contexto encontram-se nossos filhos, os principais afetados que veem como seus pais

vão se distanciando cada vez mais deles.

Quando pensamos em ter filhos, analisar se vamos poder fornecer a eles uma estabilidade econômica e encontrar uma resposta afirmativa é importante na hora de dar esse grande passo. Mas nos esquecemos de que antes da estabilidade econômica temos que analisar se podemos e estamos dispostos a compartilhar tempo de qualidade com eles. Podemos dar um quarto impressionante com muitos e muitos brinquedos, cheios de livros com ilustrações fantásticas, mas se não há com quem brincar ou quem leia para eles, não fará diferença.
Um filho dá um monte de alegrias mas também nos traz muitos desafios. Perguntas e mais perguntas, para as quais por vezes não temos resposta, mas que de alguma maneira temos que responder. Para isso temo...

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